Tuesday, April 02, 2019

Sara Cruz + Phillip Rub


SARA CRUZ nasceu e cresceu – e ainda vive – no meio do oceano Atlântico. Açoreana de gema, esta cantautora portuguesa pode ser jovem (23) mas toca e canta como se já o fizesse há décadas. E na verdade, até o faz. Sara começou a tocar guitarra quando tinha perto de 8 anos, mas uns anos antes já tinha agarrado nas baquetas e começado a tocar numa pequena bateria “brinquedo” como se soubesse exatamente o que fazer. Talento cru, puro e natural. Começou a cantar de forma muito espontânea, mas ainda demorou um ou dois anos a conseguir ultrapassar a timidez. Tinha 13 anos quando tocou ao vivo pela primeira vez, e 16 quando começou a levar a música a sério. Sara já atuou em alguns dos mais conceituados palcos açoreanos, desde teatros a festivais de verão, onde abriu para nomes como Simone de Oliveira, Xutos & Pontapés, Diogo Piçarra e Amor Electro; passou também por Portugal continental (Lisboa, Porto, Leiria) e até Londres. Em 2015, a jovem cantautora lançou algumas canções e em 2018 gravou o seu mais recente trabalho - o EP “Above Our Heads”. O primeiro single, com o nome que entitula o EP, saiu em Junho, juntamente com o videoclip. Seguiu-se a “Constant Healing” e depois “I Heard You’re Sleeping Alone”. As restantes canções do EP (e respetivos videoclips) serão lançadas até ao final do verão.

PHILLIP RUB é um californiano de New Jersey, com raízes judaicas, e uma outra genealogia que o faz açoriano de terceira geração e falador de português. É duas biografias num só ser. É história inventada dentro da estória. É texto abraçado por guitarras rendilhadas que devem contas a música anglicista que, por si só, já deve contas ao resto do mundo. Vai de Cohen a Scott-Heron, de Nick Drake a Callahan, e não dispensa uma ocasional deambulação pelas 6 cordas. É uma invenção de Pedro Lucas - guitarrista, compositor e produtor responsável pelos projectos Medeiros/Lucas e O Experimentar Na M'Incomoda -, que aqui põe o americano a assinar composições que são da sua própria responsabilidade.

Entrada 5€

Wednesday, March 27, 2019

CACHUPA BEAT

O macaronésio DJ Milhafre é originário do Pico do Fogo, ilha de São Miguel, Açores, mas com ponte aberta até ao homónimo Pico do Fogo, ilha do Fogo, Cabo Verde. Na sua mala traz a coladeira e o funaná que incendeiam a pista e impelem à dança, descompassada, descontraída e desinibida. Pista a 40 graus centígrados!
Mama Demba é um dos desdobramentos musicais de Jah River Ramos, membro dos Colectivo Badju D Terra Sound System, Mindel Reggae family e Tabanka Record. Verdadeiro arqueólogo musical, nos seus sets podem contar com os grooves de Cabo Verde, São Tomé e Principe, Angola ,Guiné-Bissau e Antilhas.

CINE ECO



Extensão CINE ECO 2018 | Sessão 3
29 de março, às 21h00
ENTRADA LIVRE

Programa
ATÉ À ÚLTIMA GOTA - A GUERRA SECRETA NA EUROPA (UP TO THE LAST DROP - The Secret War in Europe)
de Yorgos Avgeropoulos
doc, Grécia/França, 2017, 58 minutos

Este filme segue o dinheiro e os interesses corporativos em treze cidades de seis países da União Europeia, durante um período de quatro anos. É um documentário sobre a questão da água, mas que reflete os valores europeus contemporâneos e a qualidade da atual democracia europeia.
+

O IMPÉRIO DO OURO VERMELHO - (L’Empire de l’Or Rouge)
de Xavier Deleu, Jean-Baptiste Malet
França, 2017, Documentário (52’)
* Prémio Documentários e Reportagens para Televisão
(International Television Award)
* Menção Honrosa – Prémio Melhor Longa – Júri da
Juventude (Honorable Mention – Feature Film Youth
Award)

A fruta mais consumida do mundo tem uma história não
contada. A industrialização do humilde tomate precedeu
a economia mundial que se seguiria. Agora é um bem,
como o trigo, o arroz ou a gasolina.
A capacidade do tomate de criar produtos altamente
identificáveis, como ketchup, molho de pizza, sopas,
molhos, bebidas ou pratos congelados, é imbatível. Já
em 1897, dez anos antes de Ford começar a produzir
massivamente carros, a Heinz convertia tomates em
latas padronizadas de puré concentrado. A Heinz foi
uma das primeiras empresas a aperceberem-se do
poder da marca. Essas empresas baniram os sindicatos, impuseram padrões uniformes de produção e
estabeleceram laboratórios genéticos que asseguraram plantações de tomate idênticas em todo o mundo. Hoje, onde quer que estejamos no mundo, podemos comer os mesmos tomates.
Este filme passa-se na África, Itália, China e América, e visa mostrar as consequências e as oportunidades deste negócio global.

Wednesday, March 20, 2019

DADADAN$E

DADADAN$E é uma QUADRILHA composta por duas PARELHAS de quatro INDIVÍDUOS de extremo interesse musical (e vá, de outros também) - Bruno Sousa, Rui M Teixeira, Miguel Sá e Fernando Fadigas.
Têm todos mais de QUARENTA e mais de VINTE a rodar frangos, ou neste caso discos. Os seus sets são vastos e sem referências de espectro - do Rock ao Pop, do House ao Techno do antigo ao de ontem - onde todas as musicas são escolhidas apenas com o solo propósito dar movimento à pista.
Não conhecem? Estão com medo?
Confiem! Venham daí dadadançar!

Entrada :5€

Wednesday, March 13, 2019

Matéria Primo #02

16 MARÇO 23:30
Matéria Primo #2


À boleia do regresso dos The Gift a Ponta Delgada, para concerto no Teatro Micaelense, eis nova sessão das noites Matéria Primo.

Nuno Gonçalves vê a cabine de DJ como um parque de diversões. Não tem medo de arriscar e a dança é muito mais que uma obrigação. Entrada : 5€

CINE ECO


Março/March/Mars/Marzo/Mарш/Mart/März


Tuesday, February 19, 2019

Si a ti te gusta a mi me encanta

Depois do grande festão que foi o Arraial na Rua do Aljube em Agosto, a SI A TI TE GUSTA A MI ME ENCANTA volta com mais uma edição PRÉ-CARNAVAL no dia 23 de Fevereiro no Arco 8 Azores, em Ponta Delgada.
Os sujeitos de costume o consórcio DJ Milhafre, Narco Paulo e Paco Piri Piri estão encarregados de dirigir a pista de dança em Santa Clara, com os ritmos tropicais oriundos de todos os continentes.
SI A TI TE GUSTA A MI ME ENCANTA PRÉ-CARNAVAL
23 FEVEREIRO
23:00 ARCO 8, PONTA DELGADA
5€
Org: Yuzin Azores

3d Method

3rd method:
Tem como protagonistas Cristóvão Ferreira (sintetizadores), Fábio Cerqueira (baixo elétrico) e Filipe Ponte (bateria), juntos e segundo o terceiro método debitam de forma audaz e espontânea um som poderoso capaz de instigar até no mais mórbido dos corpos presentes uma vontade indômita de dançar.
A ideia, bem concretizada, é dar espaço à criatividade e à afirmação de cada um dos intervenientes e viajar (dançar) nessa combinação e simbiose de sonoridades.
O próximo concerto está marcado para dia 16 de Fevereiro na catedral de Sta. Clara comumente conhecida como Arco 8, a abrir e a encerrar a esbórnia teremos o mais que fiel depositário de bons beats da ilha de São Miguel o Exmo. Dj Zuga 73.

Tuesday, February 05, 2019

UMBO


Umbo,Umbo é o vértice, é a parte mais antiga das valvas de um molusco bivalve.
Afetos da insularidade, na vida presente ou passada, as várias partes desta concha ir-se-ão juntar numa comunicação sonora envolvendo o espaço e o tempo .

Sandra Giura Longo – Flauta
Silvia Corda – Piano
Adriano Orrù – Contrabaixo
Biagio Verdolini – Objectos
Francesco Ciminiello – Percussão

Gianna De Toni- Guitarra

Friday, February 01, 2019

NIAGARA


KONTAKTE#01

KONTAKTE#01
Ciclo de Música Eletrónica Emergente
Dia 19 de Janeiro - VOYAGERS
Dia 25 de Janeiro - LAMA + 3I3O + DJS ARE US
Dia 26 de Janeiro - DESTERRONICS
Dia 02 de Fevereiro - NIAGARA

LAMA - LAmA é o atual projeto a solo de João “Shela” Pereira, músico que para além e inúmeras colaborações, integrou bandas como If Lucy Fell, Riding Pânico e PAUS. LAmA é o resultado da produção de uma série de ambientes melódicos delicados e da elevação de momentos bucólicos.

3I3O - Formado por Pascal Ansell, Violeta Lisboa e Jari Marjamaki este trio vindo das caves de Lisboa agarra hoje a vida que palpita das músicas surgidas no caudal amplo do post-punk - industrial, cold wave ou o momento que estes descobriram o poder transformativo do acid. A batida enquanto hipnose, linhas ácidas de sequenciador, uma névoa de teclados, espamos de guitarra tão dilacerantes quanto harmónicos e psicadelismo dubby bem negro aos comandos de uma voz tão autoritária quanto encantadora. Canções da noite.

DESTERRONICS - Desde que se iniciaram em 2015, que as Desterronics têm proporcionado os mais inusitados encontros entre músicos de electrónica improvisada. Em comum, o amor pela música electrónica e a vontade de criar de forma comunal e ininterrupta. É imbuído deste espírito que o Arco 8 acolhe a festa das Desterronics, um acontecimento que se quer especial e que promete seguir sem interrupções a noite inteira.

NIAGARA - São um trio de Pinheiro de Loures autores de uma original música de dança biótica e de fibra emocional luminosa. “Apologia” é o título do seu primeiro álbum lançado em 2018, uma maravilhosa concretização das múltiplas mas convergentes teias narrativas que foram desenvolvendo ao longo do tempo - bem pra além dos EP’s na Príncipe Discos, é dar um mergulho no catálogo prolífico no selo Ascender dos próprios.

Entrada livre até às 23h.
A partir das 23h. : 5€

Thursday, January 17, 2019

VOYAGERS


“Finalmente!”


É a exclamação que se faz ao saber que VOYAGERS têm data marcada para próximo concerto.



Desde o concerto de Julho no Walk and Talk, não se voltaram a ouvir as máquinas improvisadas dos 4 _nautas em decibéis para dançar. Já era tempo de voltar a fazer a nave voar e nada melhor que a docking station do Arco8. Serão 4h de puro improviso musical, apontado à pista de dança!



Preparem os fatos especiais e encham as garrafas de oxigénio. Carreguem energias e venham fazer a contagem decrescente para o primeiro beat da Drum Machine



5... 4... 3... 2... 1...



Entrada livre até às 23:00 Após as 23:00 - 5€

Monday, January 07, 2019

A Princesa das Ostras


Filme / Concerto de música improvisada
A PRINCESA DAS OSTRAS de Ernst Lubitsch

Banda sonora improvisada ao vivo por:
ERNESTO RODRIGUES
GIANNA DE TONI
BIAGIO VERDOLINI
LUÍS COUTO
_
A PRINCESA DAS OSTRAS é um filme mudo alemão de 1919 realizado por Ernst Lubitsch, em 1919. É uma comédia grotesca em 4 actos sobre o casamento da mimada filha de um milionário americano que não corre como planeado.

Matéria Primo #01


Primeira noite das festas Matéria Primo traz a Ponta Delgada dois dos mais reputados e icónicos DJs de Portugal: Rai, dono e fundador do Incognito, e Mr. Mitsuhirato, residente em clubes como o Incognito, Lounge ou Lux.

Monday, December 17, 2018

NYE 2018 2019


Depois de um hiato de 5 anos a NYE do Arco 8 esta de regresso com uma festa que promete uma entrada em beleza no real novo ano, assim sendo após as 12 badaladas, pedidos tolos de prosperidade e tolos fogos-de-artifício, estaremos na “tetrapódica” baía de Sta. Clara prontos para vos receber (a partir da 01h.) com 3 dos melhores “pinchadiscos” da nossa praça, a saber :

Tape – Lisboeta desterrado em São Miguel desde o inicio do Século XXI, foi (tem sido) um dos principais agitadores da cena clubbing na ilha verde, incansável “azucrinador” de mentes presas no passado, tem conseguido de forma consequente elevar as Bpm dos sentimentais e bravos corações Açorianos.
Os seus sets são pautados pela diversão e bom gosto.

Flip – Açoriano de gema, começou a sua produtiva aventura de Dj em Lisboa, rápido rodou nos melhores clubes do país, companheiro de route de alguns dos mais proeminentes Djs nacionais ( Moullinex, Xinobi, Bandidos, Manaia, Jari etc.) promoveu e participou em festas que se tornaram verdadeiros mitos urbanos e que muito contribuíram para a aura cosmopolita e identitária que a capital de Portugal goza actualmente, produtor e sonoplasta ecléctico não é um dos mais conceituados Djs nacionais porque não quer. 

Dupplo - Portuense, membro de Voxels e Twin Turbo, Pedro Pinto tem Dupplo como nome para experiências sónicas em formato DJ.
Dupplo destaca-se pelas suas escolhas, onde predominam temas direccionados para a pista de dança, com ritmos 4 por 4, linhas de baixo quentes e uma energia inconfundível.

Os Bilhetes estarão disponíveis em pré-venda a partir do dia 12 de Dezembro pela modica quantia de 15 € no 3/4 Café, na La Bamba Bazar Store, na Cafetaria da Biblioteca publica de PDL e na casa mãe em Sta. Clara, quem quiser deixar para a ultima da hora poderá comprar no próprio dia à porta por 20€, se ainda houver, porque já se sabe a lotação é limitada. ;)

14 e 15 de dezembro


Burkinabè Rising




BURKINABÈ RISING: a arte da resistência em Burkina Faso
de Iara Lee
Documentário, 72 minutos
Com apresentação e conversa final com a realizadora

Sinopse:
Um novo documentário da Cultures of Resistance Films, dirigido por Iara Lee, apresenta a resistência não-violenta e criativa no Burkina Faso. Este pequeno país da África Ocidental, que se estende entre o deserto do Saara e o golfo da Guiné, é o lar de uma vibrante comunidade de artistas e de cidadãos engajados em suas comunidades. 

BURKINABÈ RISING mostra como mudanças políticas relevantes podem ser alcançadas quando as pessoas se mobilizam para agir e serve como exemplo e inspiração não somente para países africanos, como também para o mundo inteiro.

Tuesday, November 27, 2018

IN THE MOMENT; THE ROOTS OF THE FREE MUSIC IMPROVISATION

IN THE MOMENT; THE ROOTS OF THE FREE MUSIC IMPROVISATION //// NO MOMENTO; AS RAÍZES DA MÚSICA DE IMPROVISAÇÃO
de Luís Fernandes
Documentário, 68 minutos
NO MOMENTO apresenta-se como “um filme que fala sobre as raízes da livre improvisação musical a partir do ponto de vista particular e singular de alguns improvisadores e pesquisadores influentes no universo internacional da chamada Música Livremente Improvisada. Um diálogo aberto, descomprometido e revelador das subtilezas do ato de improvisar, na música e na experiência humana em geral”. Luís Fernandes refere-o como o segundo título de registo documental e experimental que realiza no contexto de uma trilogia concebida para reflectir sobre os processos criativos da música experimental.

Wednesday, November 21, 2018

BIG GROUP IN PDL



Even Bigger Group é um encontro de música improvisada que urge da vontade de comemorar os 10 anos do Big Group In Ponta Delgada, marco importante na da cultura da música experimental e improvisada na ilha! 


Há 10 anos atrás, no âmbito do impreterível Festival Jazzores, reuniu-se uma comunidade de músicos açorianos, nacionais e internacionais no palco do Teatro Micaelense, guiada pelo enorme Daniel Carter, a que foi dado o nome de Big Group In Ponta Delgada. A música que daí surgiu, baseada na improvisação livre, respeito e comunicação entre músicos, foi gravada e editada pela 577 Records e revelou-se um marco importante na apresentação de novos caminhos, linguagens e abordagens na arte e na música improvisada - para uns - bem como no batismo na improvisação - para outros. Por consequente a este acontecimento, muitos outros encontros de improvisação foram-se realizando, introduzidas a cada ocasião novas pessoas e novos públicos, e muitos projetos dedicados à improvisação foram criados.

Este ano, queremos festejar este evento que foi marcante e é no seguimento desta comemoração que surgiu o Even Bigger Group – Encontro de Música Improvisada. A ideia é a de reunir os músicos que fizeram parte do primeiro encontro, dos outros encontros realizados nestes 10 anos e músicos que este ano iniciaram a sua caminhada na improvisação. Assim, amantes da improvisação, da liberdade de expressão e da arte em geral, juntam-se para um noite que promete ser de muita partilha, música e muita improvisação!

O Even Bigger Group será realizado no Arco 8 (o sempre porto seguro da música improvisada e do experimentalismo) nos dias 23 e 24 de Novembro, e vai contar com workshops, concertos e jam sessions, tendo sempre como base a música improvisada e a liberdade musical.

Friday, November 09, 2018

TELECTU

No próximo sábado dia 10 a Galeria Arco 8 tem a enorme honra de receber o mais significativo exemplo da música de vanguarda feita em Portugal, os lendários Telectu,
formados em 1982 por Jorge Lima Barreto (1949-2011) e Vítor Rua.

Portanto sábado pelas 23:30 (bem a tempo de assistir no Teatro Micaelense ao concerto de Brigitte Pinter e Kodo Yamagishi) Vítor Rua convida Ilda Teresa Castro para juntos interpretarem na Arco 8 o segundo álbum da vasta e internacional discografia de Telectu, 
o mítico “Belzebu” (1983) que marcou entre muitas outras coisas a introdução da música minimal repetitiva e a concepção de “electronic live” conceitos que posteriormente tiveram as repercussões que se conhecem.

No segundo ato (00:30h.) a Vítor Rua junta-se Ricardo Reis para em duo embarcarem numa “Sweet Violence” sonora. ;) 

O Balé final (01:30h.) terá a orquestração de Dj Tape

Entrada gratuita a quem apresentar o bilhete do "Festival de Música dos Açores"
Restantes: 5€

Wednesday, October 17, 2018

BOOGARINS


Depois de uma tour portuguesa em Março e Abril deste ano que esgotou todas as salas onde passaram: Gnration, Salão Brazil, Maus Hábitos, o festival MIL em Lisboa e o açoreano Tremor em Ponta Delgada, os brasileiros Boogarins voltam ao nosso país no Outono para uma segunda parte da tourné europeia de apresentação do álbum “Lá Vem a Morte”.

A estreia nos discos com “As Plantas Que Curam” (2013) deixou Brasil e Portugal de mãos dadas, ajoelhados perante amplificadores sujos que gritam coisas bonitas, que fazem escorrer suor. Olhamos para o palco e encontramos Benke (guitarra), Ynaiã (bateria), Raphael (baixo) e Dino Almeida (voz e guitarra) - quatro dos mais entusiasmantes rock n' rollers que já fizeram a rota de Pedro Álvares Cabral, que desde então editaram outros três discos e têm sido abraçados pela crítica, festivais e públicos de Austin a Londres, de Lisboa a Nova Iorque, de Santiago à cidade do México.

EN

The Brazilians "BOOGARINS" and their psychedelic rock return to the Azores, now in their own name for a unique concert in São Miguel.
OCTOBER 19 - Arco 8 - Ponta Delgada

Yuzin Azores + Arco 8 Azores

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TICKETS:
La Bamba Bazar Store - Ponta Delgada
Pre sale - 12€ // At the show- 15€ - Limited tickets.

October schedule:
8 / Closed
9-12 / 10am-6pm
13-14 / Closed

15-19 / 10am-6pm

Curtas à Quarta

                                                                Hoje, às 21h30, no Arco 8                
                                                              CURTAS com Eduardo Brito               
_
Apresentação de curtas-metragens escritas e realizadas por Eduardo Brito. A Glória de Fazer Cinema em Portugal (Manuel Mozos, 2015); sobre a vontade do escritor José Régio de fazer cinema; O Homem Eterno (Luís Costa, 2017), um registo entre o documentário e a ficção, através de filmagens de arquivo, um neto revê a vida do avô; Penúmbria (Eduardo Brito, 2016), a distopia de uma cidade não habitável e Declive (Eduardo Brito, 2018), uma história de melancolia e de regressos e o vídeo Where's Your Memory? (2017), feito para a exposição Revisão, no Museu do Douro.

Bio

Eduardo Brito trabalha em cinema, fotografia e museologia. Tem o mestrado em Estudos Artísticos, Museológicos e Curadoriais pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, com a dissertação Claro Obscuro – Em Torno das Representações do Museu no Cinema. Entre a escrita, a fotografia e o cinema, os seus trabalhos têm explorado os temas verdade-ficção-memória, bem como a relação texto-imagem: assim com os livros As Orcadianas (2014) e East Ending (2017) e com as séries fotográficas 5 p.m. Hotel de la Gloria (com Rui Hermenegildo, 2015), Revisão (2017) e Un Samedi Sur Terre (2017). Escreveu o argumento das curtas O Facínora (Paulo Abreu, 2012), A Glória de Fazer Cinema em Portugal (Manuel Mozos, 2015), Catherine ou 1786 (Francisca Manuel, 2017) e O Homem Eterno (Luís Costa, 2017) e da longa Hálito Azul (Rodrigo Areias, 2018). Realizou as curtas metragens Penúmbria (2016) e Declive (2018).

Wednesday, October 10, 2018

SUPER NOVA


São três dos nomes mais interessantes da nova geração de bandas rock nacionais aqueles que vão alimentar a quarta edição da Super Nova, o circuito itinerante de concertos que, com o apoio da Super Bock, têm criado condições para a circulação de bandas em território nacional.
Entre Setembro e Dezembro, Cave StoryFugly Baleia Baleia Baleia tocam em seis salas nacionais, no primeiro circuito a cruzar atlântico rumo aos Açores. O arranque, como é hábito, foi dado no Maus Hábitos no dia 28 de Setembro e segue agora para o Arco 8 no dia 13 de Outubro

22h30 – Baleia Baleia Baleia      23h30 – Cave Story 
00h30 – Fugly        01h30– Ishan + Elliot Tha Netcat


3 euros com oferta duas Super Bock.




POP


Tuesday, September 11, 2018

Trans Van Santos - 15 Setembro -

Trans Van Santos é 
Mark Matos, natural de San Francisco cresceu na área da baía e na região central da Califórnia no seio de uma família musical portuguesa (a mãe nasceu na Ilha de Santa Maria e o pai na Ilha de São Jorge) feito homem fez-se nómada, fez-se poeta, compositor, artista errante, ativista, anarquista, é atualmente figura proeminente no panorama da música independente mais “underground” feita nos E.U.A. agraciado pelos seus pares e celebrado pela critica tem tido ao longo dos anos o privilégio de gravar e atuar com maravilhosos músicos de bandas míticas como por exemplo : Iggy & The Stooges, Rodriguez, Patti Smith, Tom Waits, Magnetic Zeroes, Black Angels, Brian Jonestown Massacre, Bonnie Prince Billie, Calexico, Dead Meadow, Acid Mother’s Gong, Victoria Williams, The Myrrors, etc.
Produtor de bandas sonoras para cinema Mark Matos é também personagem de muitos “filmes” usando vários heterónimos, Mark Matos veste peles a medida dos projetos que encarna: Sonny Santos, Campo Bravo, Trans Van Santos e Os Beaches são alguns.
A sua discografia é um “Orfeu Negro” de onde cintilam pérolas selvagens que certamente farão parte dos reportórios mais relevantes da “Americana Music” do inicio deste seculo. 
O fator Atlântico e arquipelágico é preponderante na vida e obra deste Artista da costa do Pacifico, a espaços solta a sua ascendência sob forma de sublimes melodias num português desamparado porém belo e magnético.

Mark Matos apresentará a solo o seu último trabalho “TVS2” pela primeira vez em Portugal 
na Galeria Arco 8 em Ponta Delgada no dia 15 de Setembro pelas 23H.
A entrada terá um custo de 5€

Popdose Magazine
“His songs succeed more than anyone else’s today at preserving and advancing the decades old Bay Area hippie tradition…” 

Time Out New York 
“A Devandra Banhart like hippie… the perfect soundtrack to your next Be-In.””

KQED
“Downtempo psych-pop nuggets… offbeat mysticism, psychedelic meandering, and earthy country soul, guided by the steady hand of a gifted and charismatic songwriter.”

LA Weekly 
“Mark Matos & Os Beaches re-invent western exotica on their debut album Words of the Knife…”

Zocalo Magazine
“Gorgeously soul-weary and deeply personal… sonically lulls the listener into a contemplative, day dream state. It’
ur souls’ imaginations and individual experiences. We know who these people are. They are us…”sn o

Sunday, August 12, 2018

No One Can Tell

No One Can Tell, é a primeira exposição individual da artista Açoriana em Ponta Delgada, na Galeria Arco 8. Susana Aleixo Lopes nasceu a 22 de julho de 1987, em Ponta Delgada na ilha de São Miguel – Açores. Em 2007 frequentou o curso de Artes Plásticas na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e licenciou-se em Escultura, terminando o curso durante Erasmus na Academia de Belas Artes de Gdansk, na Polónia, em 2012. Expõe desde 2011 contando com as seguintes exposições individuais: O Vazio Preenche-se, FCTNOVA (Caparica, 2017-2018); Por um Fio, Galeria Pinho Dinis (Coimbra, 2015); A Mais, Galeria Geraldes da Silva (Porto, 2012). Tem participado em exposição coletivas a nível nacional e internacional. Está também representada em algumas coleções particulares. Atualmente vive e trabalha em Lisboa. www.susanaaleixolopes.com

Sobre a Exposição a artista escreve:

[No One Can Tell]
O que estava esquecido regressa de um inconsciente longínquo. Renasce da escuridão e realçam-se pequenos pontos de luz como pormenores que se conectam. Regressa, não resiste ao que os sentidos de vez em quando provocam. Mas não se revela.
Processo cíclico de uma realidade que aos poucos se distorce com ou sem opção perante uma mente inquieta. É um progresso, uma oportunidade de refazer e reinventar o que já está intrínseco como uma memória petrificada que outrora fluía. Um desafio que se deve construir com cuidado. Pouco se revela.
É preciso tempo. Pensamentos e memórias por vezes residem confusos e com diferentes versões para que tudo se torne tolerável. É tão pouco o que revelo na imensidão daquilo que detenho.
Vivo com estes pensamentos e memórias e aprendo a lidar com essas realidades nunca antes partilhadas colocando máscaras e capas. Surgem e ressurgem, mas jamais se revelam. Ausentam-se, mas permanecem como um segredo mudo.


Susana Aleixo Lopes

Agosto 2018

The Gralhas


Wednesday, August 08, 2018

Last Show In Paradise

Elliot Sheedy is a new-world crooner from Pittsburgh, Pennsylvania, USA. He is on the island of São Miguel to perform his new album: Cowboy Microwave Music. He encountered the free-form saxophone improviser named Luis Senra while living on the island. It has been revealed that their independent philosophies on music creation are sympathetic. So, on August 18th we invite you all to experience a baptism in service to rebuking the agenda of data-digital-homogeneity.

Arco Negro


Wednesday, July 18, 2018

PMDS + TAPE


PMDS é um projecto de música electrónica ambient / techno / experimental pelas mãos de Pedro Sousa e Filipe Caetano. O primeiro com formação clássica em piano, o segundo com muitos quilómetros de pistas de dança, ambos com uma paixão (des)controlada por equipamento analógico, sintetizadores e gadgets que só outros freaks semelhantes conhecerão. 

Ao vivo pegam em parte desse arsenal e fazem questão de fazer uma viagem sónica ao subconsciente, às memórias desvanecidas, ao pensamento abstrato, tocando e manipulando os instrumentos no momento, sem rede, permitindo acontecer algo cada vez mais raro em concertos - o erro humano. É essa dose de improviso faz com que cada concerto tome caminhos diferentes, muitas vezes desconhecidos aos próprios intervenientes. Pedro Sousa tem como base o seu piano, caracteristicamente envolvido de delays e reverbs, acompanhado de sintetizadores e instrumentos eletroacústicos que construiu. Manter tudo no tempo, baterias e baixos, são a responsabilidade de Filipe Caetano, não tratasse ele os BPMs por tu.

As influências são diversas mas não dispersas, sendo perceptível o gosto pela electrónica alemã dos anos 70 como Tangerine Dream, os trabalhos para cinema de Peter Gabriel e Trent Reznor ou musicalidade vinda de artistas como Air, Nils Frahm ou Jon Hopkins. 

O Arco8 foi desde o início o estaleiro, o ground control para viagens do projeto, voltando uma vez mais a casa e a nova jornada, desta vez em formato duplo, com uma sessão às 23:30h e outras à 01:30h.


Entrada 5€