Wednesday, October 17, 2018

BOOGARINS


Depois de uma tour portuguesa em Março e Abril deste ano que esgotou todas as salas onde passaram: Gnration, Salão Brazil, Maus Hábitos, o festival MIL em Lisboa e o açoreano Tremor em Ponta Delgada, os brasileiros Boogarins voltam ao nosso país no Outono para uma segunda parte da tourné europeia de apresentação do álbum “Lá Vem a Morte”.

A estreia nos discos com “As Plantas Que Curam” (2013) deixou Brasil e Portugal de mãos dadas, ajoelhados perante amplificadores sujos que gritam coisas bonitas, que fazem escorrer suor. Olhamos para o palco e encontramos Benke (guitarra), Ynaiã (bateria), Raphael (baixo) e Dino Almeida (voz e guitarra) - quatro dos mais entusiasmantes rock n' rollers que já fizeram a rota de Pedro Álvares Cabral, que desde então editaram outros três discos e têm sido abraçados pela crítica, festivais e públicos de Austin a Londres, de Lisboa a Nova Iorque, de Santiago à cidade do México.

EN

The Brazilians "BOOGARINS" and their psychedelic rock return to the Azores, now in their own name for a unique concert in São Miguel.
OCTOBER 19 - Arco 8 - Ponta Delgada

Yuzin Azores + Arco 8 Azores

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TICKETS:
La Bamba Bazar Store - Ponta Delgada
Pre sale - 12€ // At the show- 15€ - Limited tickets.

October schedule:
8 / Closed
9-12 / 10am-6pm
13-14 / Closed

15-19 / 10am-6pm

Curtas à Quarta

                                                                Hoje, às 21h30, no Arco 8                
                                                              CURTAS com Eduardo Brito               
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Apresentação de curtas-metragens escritas e realizadas por Eduardo Brito. A Glória de Fazer Cinema em Portugal (Manuel Mozos, 2015); sobre a vontade do escritor José Régio de fazer cinema; O Homem Eterno (Luís Costa, 2017), um registo entre o documentário e a ficção, através de filmagens de arquivo, um neto revê a vida do avô; Penúmbria (Eduardo Brito, 2016), a distopia de uma cidade não habitável e Declive (Eduardo Brito, 2018), uma história de melancolia e de regressos e o vídeo Where's Your Memory? (2017), feito para a exposição Revisão, no Museu do Douro.

Bio

Eduardo Brito trabalha em cinema, fotografia e museologia. Tem o mestrado em Estudos Artísticos, Museológicos e Curadoriais pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, com a dissertação Claro Obscuro – Em Torno das Representações do Museu no Cinema. Entre a escrita, a fotografia e o cinema, os seus trabalhos têm explorado os temas verdade-ficção-memória, bem como a relação texto-imagem: assim com os livros As Orcadianas (2014) e East Ending (2017) e com as séries fotográficas 5 p.m. Hotel de la Gloria (com Rui Hermenegildo, 2015), Revisão (2017) e Un Samedi Sur Terre (2017). Escreveu o argumento das curtas O Facínora (Paulo Abreu, 2012), A Glória de Fazer Cinema em Portugal (Manuel Mozos, 2015), Catherine ou 1786 (Francisca Manuel, 2017) e O Homem Eterno (Luís Costa, 2017) e da longa Hálito Azul (Rodrigo Areias, 2018). Realizou as curtas metragens Penúmbria (2016) e Declive (2018).

Wednesday, October 10, 2018

SUPER NOVA


São três dos nomes mais interessantes da nova geração de bandas rock nacionais aqueles que vão alimentar a quarta edição da Super Nova, o circuito itinerante de concertos que, com o apoio da Super Bock, têm criado condições para a circulação de bandas em território nacional.
Entre Setembro e Dezembro, Cave StoryFugly Baleia Baleia Baleia tocam em seis salas nacionais, no primeiro circuito a cruzar atlântico rumo aos Açores. O arranque, como é hábito, foi dado no Maus Hábitos no dia 28 de Setembro e segue agora para o Arco 8 no dia 13 de Outubro

22h30 – Baleia Baleia Baleia      23h30 – Cave Story 
00h30 – Fugly        01h30– Ishan + Elliot Tha Netcat


3 euros com oferta duas Super Bock.




POP


Tuesday, September 11, 2018

Trans Van Santos - 15 Setembro -

Trans Van Santos é 
Mark Matos, natural de San Francisco cresceu na área da baía e na região central da Califórnia no seio de uma família musical portuguesa (a mãe nasceu na Ilha de Santa Maria e o pai na Ilha de São Jorge) feito homem fez-se nómada, fez-se poeta, compositor, artista errante, ativista, anarquista, é atualmente figura proeminente no panorama da música independente mais “underground” feita nos E.U.A. agraciado pelos seus pares e celebrado pela critica tem tido ao longo dos anos o privilégio de gravar e atuar com maravilhosos músicos de bandas míticas como por exemplo : Iggy & The Stooges, Rodriguez, Patti Smith, Tom Waits, Magnetic Zeroes, Black Angels, Brian Jonestown Massacre, Bonnie Prince Billie, Calexico, Dead Meadow, Acid Mother’s Gong, Victoria Williams, The Myrrors, etc.
Produtor de bandas sonoras para cinema Mark Matos é também personagem de muitos “filmes” usando vários heterónimos, Mark Matos veste peles a medida dos projetos que encarna: Sonny Santos, Campo Bravo, Trans Van Santos e Os Beaches são alguns.
A sua discografia é um “Orfeu Negro” de onde cintilam pérolas selvagens que certamente farão parte dos reportórios mais relevantes da “Americana Music” do inicio deste seculo. 
O fator Atlântico e arquipelágico é preponderante na vida e obra deste Artista da costa do Pacifico, a espaços solta a sua ascendência sob forma de sublimes melodias num português desamparado porém belo e magnético.

Mark Matos apresentará a solo o seu último trabalho “TVS2” pela primeira vez em Portugal 
na Galeria Arco 8 em Ponta Delgada no dia 15 de Setembro pelas 23H.
A entrada terá um custo de 5€

Popdose Magazine
“His songs succeed more than anyone else’s today at preserving and advancing the decades old Bay Area hippie tradition…” 

Time Out New York 
“A Devandra Banhart like hippie… the perfect soundtrack to your next Be-In.””

KQED
“Downtempo psych-pop nuggets… offbeat mysticism, psychedelic meandering, and earthy country soul, guided by the steady hand of a gifted and charismatic songwriter.”

LA Weekly 
“Mark Matos & Os Beaches re-invent western exotica on their debut album Words of the Knife…”

Zocalo Magazine
“Gorgeously soul-weary and deeply personal… sonically lulls the listener into a contemplative, day dream state. It’
ur souls’ imaginations and individual experiences. We know who these people are. They are us…”sn o

Sunday, August 12, 2018

No One Can Tell

No One Can Tell, é a primeira exposição individual da artista Açoriana em Ponta Delgada, na Galeria Arco 8. Susana Aleixo Lopes nasceu a 22 de julho de 1987, em Ponta Delgada na ilha de São Miguel – Açores. Em 2007 frequentou o curso de Artes Plásticas na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e licenciou-se em Escultura, terminando o curso durante Erasmus na Academia de Belas Artes de Gdansk, na Polónia, em 2012. Expõe desde 2011 contando com as seguintes exposições individuais: O Vazio Preenche-se, FCTNOVA (Caparica, 2017-2018); Por um Fio, Galeria Pinho Dinis (Coimbra, 2015); A Mais, Galeria Geraldes da Silva (Porto, 2012). Tem participado em exposição coletivas a nível nacional e internacional. Está também representada em algumas coleções particulares. Atualmente vive e trabalha em Lisboa. www.susanaaleixolopes.com

Sobre a Exposição a artista escreve:

[No One Can Tell]
O que estava esquecido regressa de um inconsciente longínquo. Renasce da escuridão e realçam-se pequenos pontos de luz como pormenores que se conectam. Regressa, não resiste ao que os sentidos de vez em quando provocam. Mas não se revela.
Processo cíclico de uma realidade que aos poucos se distorce com ou sem opção perante uma mente inquieta. É um progresso, uma oportunidade de refazer e reinventar o que já está intrínseco como uma memória petrificada que outrora fluía. Um desafio que se deve construir com cuidado. Pouco se revela.
É preciso tempo. Pensamentos e memórias por vezes residem confusos e com diferentes versões para que tudo se torne tolerável. É tão pouco o que revelo na imensidão daquilo que detenho.
Vivo com estes pensamentos e memórias e aprendo a lidar com essas realidades nunca antes partilhadas colocando máscaras e capas. Surgem e ressurgem, mas jamais se revelam. Ausentam-se, mas permanecem como um segredo mudo.


Susana Aleixo Lopes

Agosto 2018

The Gralhas


Wednesday, August 08, 2018

Last Show In Paradise

Elliot Sheedy is a new-world crooner from Pittsburgh, Pennsylvania, USA. He is on the island of São Miguel to perform his new album: Cowboy Microwave Music. He encountered the free-form saxophone improviser named Luis Senra while living on the island. It has been revealed that their independent philosophies on music creation are sympathetic. So, on August 18th we invite you all to experience a baptism in service to rebuking the agenda of data-digital-homogeneity.

Arco Negro


Wednesday, July 18, 2018

PMDS + TAPE


PMDS é um projecto de música electrónica ambient / techno / experimental pelas mãos de Pedro Sousa e Filipe Caetano. O primeiro com formação clássica em piano, o segundo com muitos quilómetros de pistas de dança, ambos com uma paixão (des)controlada por equipamento analógico, sintetizadores e gadgets que só outros freaks semelhantes conhecerão. 

Ao vivo pegam em parte desse arsenal e fazem questão de fazer uma viagem sónica ao subconsciente, às memórias desvanecidas, ao pensamento abstrato, tocando e manipulando os instrumentos no momento, sem rede, permitindo acontecer algo cada vez mais raro em concertos - o erro humano. É essa dose de improviso faz com que cada concerto tome caminhos diferentes, muitas vezes desconhecidos aos próprios intervenientes. Pedro Sousa tem como base o seu piano, caracteristicamente envolvido de delays e reverbs, acompanhado de sintetizadores e instrumentos eletroacústicos que construiu. Manter tudo no tempo, baterias e baixos, são a responsabilidade de Filipe Caetano, não tratasse ele os BPMs por tu.

As influências são diversas mas não dispersas, sendo perceptível o gosto pela electrónica alemã dos anos 70 como Tangerine Dream, os trabalhos para cinema de Peter Gabriel e Trent Reznor ou musicalidade vinda de artistas como Air, Nils Frahm ou Jon Hopkins. 

O Arco8 foi desde o início o estaleiro, o ground control para viagens do projeto, voltando uma vez mais a casa e a nova jornada, desta vez em formato duplo, com uma sessão às 23:30h e outras à 01:30h.


Entrada 5€

Concerto do Éme na Arco8


Ainda com o aclamado "Domingo à Tarde" (2017) na ponta da língua, Éme traz-nos um espectáculo de partilha de canções com a artista e cantautora Moxila, assim, à guitarra e voz de Éme juntam-se mais uma voz, um cavaquinho, uma flauta e até ocarina e alguns beats.
Mas, acima de tudo, junta-se um punhado de canções, canções de outros trabalhos de ambos, canções tradicionais como se fossem deles, canções deles como se fossem tradicionais e, quem sabe algumas novidades.
Na Arco 8 estreia-se ao vivo no arquipélago dos Açores todo este repertório que tem sido construído ao longo de um ano de vários concertos pelo continente e Madeira.
A segunda parte ficara a cargo do semi-tropical e mui competente DJ Milhafre
Entrada 7€

Paraíso Perdido de Oliver Victoria



PARAÍSO PERDIDO de Oliver Victoria
Portugal/Méxicol, 2017, 91 minutos. 
Realizado nos Açores, Paraíso Perdido faz uma reconstrução da mitíca Atlântida.


Entrada Livre

Wednesday, July 04, 2018

O mar torna o horizonte numa miragem / Margarida Andrade -Inauguração 05/07/2018

EXPOSIÇÃO Margarida Andrade / Vencedora Jovens Criadores  Walk & Talk 2017



Quando o mar é objecto,
o horizonte é paisagem

A ideia é actual e torna-se premissa pela urgência: a actividade turística nas ilhas do arquipélago tem vindo a aumentar exponencialmente, o que, numa relação causa-efeito, se traduz (não exclusivamente) na urbanização das suas paisagens. Esta invasão vem agitar, ainda que de forma gradual, a quietude e aparente estagnação que muitas vezes advém das próprias condições arquipelágica e periférica. É neste contexto, tão novo e intenso na ilha, que surge uma necessidade (e obrigação) de rever as suas consequências, tanto positivas como negativas – especialmente em relação a uma objectificação das paisagens açorianas por parte de um mercado turístico em crescimento. Para além de todas as consequências que podemos prever, como os problemas ambientais, alterações ecológicas, ou movimentos de gentrificação, Margarida Andrade foca-se numa questão que, embora já seja omnipresente noutros discursos da turistificação, por vezes é secundarizada quando abordada no contexto açoriano: a perda de uma identidade (neste caso açoriana), das suas pequenas idiossincrasias, das suas dinâmicas, da sua própria relação com o espaço que habita (e que habita também nela). Não partindo da (fácil) condenação destas alterações, mas sim de um questionamento deste crescimento repentino e dos seus possíveis (e variados) resultados, Margarida apropria-se da forma reconhecível do ilhéu de Vila Franca, explorando o esbatimento de um contorno que se perde pela repetição. O ilhéu, apesar da sua pequena dimensão e da distância que o separa da ilha de S. Miguel, é uma das maiores atracções turísticas micaelenses. (O ilhéu é também aquele que habita a ilha).

É neste impasse que o trabalho de Margarida Andrade se desenvolve. Ao passar para o objecto escultórico (embora a sua área de eleição seja a pintura), a artista tenta firmar os contornos do ilhéu, que, embora identificáveis, se vão esbatendo, perdendo a identidade e a relação com quem o olha. Ao objectificar aquele espaço (quase da mesma forma que é objecto em publicidade turística), começam-se a perder os limites reconhecíveis, as particularidades específicas. É na apropriação turística da paisagem que esta começa a perder a fisicalidade e a contextualidade, desligando-se da cultura e da humanidade, e a existir numa forma etérea - apenas uma idealização, projectada atractiva. Uma miragem.

Marta Espiridião

Romance ● Ligia Soares / Walk & Talk


Romance ● 03/07/2018 ● Arco 8 ● 22h.


A peça "Romance" foi criada em Janeiro 2015 no contexto de uma residência de criação na malavoadora.porto. O seu texto foi depois editado pela Douda Correria e lançado em Maio de 2015.

Em "Romance" as vozes e perspectivas plurais que fazem normalmente parte do meu trabalho são incluídas num texto que reflete sobre o discurso vigente da classe média do mundo ocidental, parodiando com lógicas discursivas quotidianas que, extremadas, denunciam o obsceno por detrás do politicamente correto. O dispositivo passa pela ação de pedir diretamente para dizer. Este pedido ou comando torna-se simultaneamente um ponto de relação entre o espectador e o performer e também um dispositivo de diálogo entre os vários espectadores contendo em si a força e o perigo de se falar com as palavras de outro, criando fortes jogos de identificação e repulsa pelo que se diz.

Concepção, Texto e Interpretação Lígia Soares
Música Mariana Ricardo
Apoio à Dramaturgia Miguel Castro Caldas
Design Filipe Pinto
Fotografia Daniel Pinheiro
Figurino Tânia Afonso e Lígia Soares
Produção Máquina Agradável

Apoio Mala Voadora, Teatro Praga, Primeiros Sintomas
Financiado por Dgartes- Ministério da Cultura

Sunday, June 24, 2018

1ª FEIRA DE TROCAS E CONEXÕES


  
ARCO 8 | 30 DE JUNHO 
PRIMEIRA FEIRA DE TROCAS E CONEXÕES


    Há algum tempo que um grupo de jardineiros curiosos organiza esporadicamente encontros informais em quintais particulares um pouco por toda a ilha de São Miguel, a sede de conhecimento e partilha são desde sempre o móbil que acompanha o salutar convívio social, efetivando-se desde o início com oficinas, almoço partilhado e troca de plantas, plantios, produtos e serviços.
Entendem agora os “jardineiros curiosos” que é tempo de alargar esta enriquecedora experiencia a um maior número de pessoas,
a Arco 8 pela sua relevância cultural, trabalho social e ativismo surge como o parceiro natural nesta primeira experiencia aberta ao público em ambiente urbano. 
Este tipo de feiras e redes de trocas existem um pouco por todo o mundo e têm por base os princípios da economia solidaria: 
“Substituir o lucro, a acumulação e a competição pela solidariedade e pela cooperação, valorizar o trabalho, o saber e a criatividade das pessoas, não o dinheiro e a sua propriedade;
buscar uma ligação de respeito entre o ser humano e a natureza.”
Nesta feira de trocas e conexões todos podem participar e a ação de cada individuo e essencial para o coletivo.

Como vai funcionar esta primeira feira:
A partir das 13h do dia 30 de Junho as pessoas interessadas devem trazer bens para trocar, por exemplo: 
Livros, roupa, móveis, plantas, saberes, sementes, artesanato etc.
Todas as crianças são bem-vindas com brinquedos para trocar!

Ao chegar cada participante dever-se-á instalar numa mesa (própria) ou no chão, de seguida deve começar a interagir com os demais participantes por forma a dar um valor real ou simbólico ao produto ou serviço e daí efetivar as trocas.
Neste processo é importante lembrar da importância do desapego em si para não pensar apenas no preço.
E além de trocar também vale doar.

Nesta primeira feira será importante o contributo de todos com propostas para a otimização das feiras seguintes.



PROGRAMAÇÃO | APRESENTAÇÕES E ATELIERS

13H-15H 
- Novas Rotas, Projecto de Escola
- Atelier: Construção em Barro
- Construção Sustentável "Pequena Grande Casa"
- Tratamento das Águas Residuais com Processos Naturais
- Clínicas de Jardinagem
- Permacultura "Soil and Sea"
- Conversa Aberta sobre a Menstruação

15H-17H
- Apicultura, O Funcionamento de uma Colmeia e Plantas Importantes para as Abelhas
- Plantas Tropicais Adaptadas nos Açores
- Atelier: Comida Vegetariana, Granola e Hamburger
- Ecoterapia
- Variedades Locais e A Cultura do Abacate
- Green HDES, Horta no Hospital
- Agricultura Sustentável nos Açores

17H-19H
- Experiências de Voluntariado
- Atelier: Janela Criativa, Expressão como Ferramenta de Autoconhecimeto
- A Arte do Bonsai
- Comércio Justo
- Sociocracia
- Redes de Trocas
- Banco de Tempo e Moeda Virtual

ANIMAÇÃO E ACTIVIDADES A DECORRER
Danças Circulares, Yoga, Capoeira, Actividades para as Crianças e Música


Contamos já com diversas colaborações! Será um dia para discutirmos alternativas, aprofundarmos ligações e nos conectarmos.

Há Feira ao Sábado ;)

Tuesday, June 19, 2018

ECOVISIONÁRIOS E SONOSFERA



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Vítor Rua - A Sonosfera em Arco 8




Sábado 23 Junho Arco 8
23H.- Vítor Rua - A Sonosfera em Arco 8
Uma improvisação apresentada sob a estrutura de Suite electrónica onde todos os eventos são independentes dos eventos que os precedem.
00H30. - Le service d'animation presente Banana Preta & José Haricot
02H00. - Dj Chien / Batukada Digital Expanded Version
Entrada 7€

Conferência - "Ecovisionários & Sonosfera"



A Galeria Arco 8 tem a honra receber no próximo dia 22 de Junho duas conferências ministradas pelos artistas Vitor Rua e Ilda Teresa Castro 

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Hasta La Vista Baby (Vítor Rua) 
“A manipulação subliminal da música de cinema e o diluimento de fronteiras no território do gosto”

sinopse
Na atualidade, é através da publicidade, das séries televisivas, dos cartoons e dos filmes, que grande parte das pessoas escuta um certo tipo de sons musicalmente organizados que não ouviria noutras circunstâncias. Este texto aborda a manipulação subliminal desenvolvida em alguns géneros cinematográficos e audiovisuais, bem como a importância da sonoplastia no cinema e na publicidade.

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Ecovisões em cenário worldwidewebiano (Ilda T. Castro)
sinopse

A ligação entre os vários reinos do mundo natural em que vivemos e somos parte. 
A sombra de uma catástrofe antropocénica e a conexão entre as coisas do mundo e da Natureza. 
A World Wide Web + Internet, com as suas redes globais de ligação entre espaços, sujeitos e conteúdos.
ecofilmes:
Hope Esperanza, 2018, 13 min
Ecocídio, 2017, 8 min


A partir das 22:30
Entrada Livre 


Evento com o apoio do  Governo dos Açores, Secretaria Regional da Educação e Cultura, Direção Regional da Cultura.

Curtas à Quarta #8


Exibição dos documentários:

IGOBI KEKE
de Franciscco Rosas e Ricardo Dias
Documentário, 2016, 13 minutos

Baseado numa história verdadeira escrita e re-imaginada por crianças apoiadas pelo projecto de voluntariado From Kibera With Love.

+

AVÔ CROCODILO
de Franciscco Rosas e Ricardo Dias
Documentário, 2016, 50 minutos

Quatro testemunhos pessoais sobre violação de direitos humanos filmados nos meses anteriores ao Massacre de Santa Cruz. Avô Crocodilo é um documentário sobre o poder das imagens, 25 anos após os trágicos acontecimentos em Timor-Leste. Parte do trabalho do jornalista, que conseguiu voltar a colocar aquele território na ordem do dia, é revisitada cinematograficamente. Histórias de sangue que deram forma ao sonho de um país, hoje em paz.

Entrada Livre

Thursday, June 14, 2018

TAPE


Condição Onírica



“Condição Onírica” é uma performance alusiva ao sonho. 
45 Minutos de diálogo nocturno, entre música e dança, tendo como princípio a improvisação em conexão extrema com a nossa parte inconsciente.

A música construirá as fases do sonho. Sons não convencionais vão evocar o que está desligado da realidade mecânica do ser humano e, no seu processo criativo, embarcarão numa viagem sem fronteiras. A dança é “corpo”, somos nós, todo o nosso Ser - o consciente e o inconsciente, a realidade e a fantasia, os sentimentos, a perfeição. 

São estes estímulos e alicerces a base de construção desta performance, que farão artistas e público entrar numa profunda “Condição Onírica”.


Biagio Vedonlin – bateria e objetos
Luis Senra – saxofone
Gianna de Toni – guitarra preparada
Milagres Paz – dança
Paulo Andrade – dança
Patrícia Silva – dança

Wednesday, May 23, 2018

3rd Method + Metropolitano 3.0

3rd Method: 
Tem como protagonistas Cristóvão Ferreira (sintetizadores), Fábio Cerqueira (baixo elétrico) e Filipe Ponte (bateria), juntos e segundo o terceiro método debitam de forma audaz e espontânea um som poderoso capaz de instigar até no mais mórbido dos corpos presentes uma vontade indômita de dançar.
A ideia, bem concretizada, é dar espaço à criatividade e à afirmação de cada um dos intervenientes e viajar (dançar) nessa combinação e simbiose de sonoridades.

O próximo concerto está marcado para dia 26 de Maio na Nave Mãe comumente conhecida como 
Arco 8, a abrir e a encerrar a esbórnia teremos o incontornável Herberto Quaresma desta vez em formato Metropolitano 3.0 que obviamente fará jus a matriz radiofónica onde as novidades da música alternativa (concreta e eletrónica) são servidas diariamente entre as 21h. e as 00h. na Antena 1 Açores.  

A entrada para esta (mais uma) noite inesquecível terá o preço de 5€ com direito a uma bebida (fino ou sumo)

CORPO TRIPLICADO




A Companhia das Ilhas e a Galeria Bar Arco 8 convidam 
para o lançamento do livro CORPO TRIPLICADO, de MARIA BRANDÃO, 
apresentado por João Nuno Almeida e Sousa.
Colaboração da Livraria Solmar.

Curtas à Quarta #6


Tuesday, April 24, 2018

CABARET CIRCENSE

A 9'Circos - Associação de Artes Circenses dos Açores,
celebra no dia 29 de Abril o seu 5º Aniversário. levando a palco no dia 28 para 29 de Abril a 5ª edição do "Cabaret Circense". Trata-se de um espectáculo constituído por diferentes números de diversos artistas, apresentados num ambiente burlesco. Podem contar com Palhaços, Equilibrismo, Teatro, Malabarismo, Poesia e Magia, num "Cabaret Circense" os números são novos e ousados e tudo pode acontecer, ainda para mais, quando estamos a celebrar o Aniversário da 9'Circos. Apareçam que a diversão é garantida

REPENTE ELECTRÓNICO

re·pen·te 
(latim repente, subitamente)
substantivo masculino
1. Acto espontâneo e irreflectido



re·pen·te Electrónico 

(latim repents, subtis)

substantivo Elétrico 
1. Sessão de improviso electrónico, encetada ao ao vivo a partir de máquinas electrónicas com o intuito de viagem sonora

2. Manifestação musical pouco convencional, de harmonias complexas e ritmos duvidosos que convidam à estranheza electrónica 

3. (Des)Encontros musicas entre elementos díspares cuja paixão pela modelação sonora une em sessão única e irreversível. 

4. Espontaneidade electrónica em disparos irrefletidos de ondas sonoras em todas as direções imaginárias pelas 10 mãos e voz de 5 Repentistas.

CURTAS À QUARTA


PROGRAMA


KOJO de Alexandra Afonso
Documentário, 30 minutos
+
A RAPARIGA DE BERLIM
de Bruno de Freitas Leal
Ficção, 13 minutos
Uma rapariga regressa a Lisboa após uma estadia em Berlim para reencontrar o ex-namorado. Ao tentar restabelecer a antiga relação, a rapariga apercebe-se, pouco a pouco, que a dependência emocional e física é o único elemento de ligação entre ambos.
+
DOCE LAR
de Nuno Baltazar
Ficção, 14 minutos
Numa prisão abandonada, um homem sobrevive como um animal selvagem.
Quando a sua segurança e tranquilidade são ameaçadas, ele recorre à violência para defender o seu lar. Depois, ele anseia por regressar à sua cela onde se sentia seguro e livre.
+
O DISCURSO
de Hernâni Duarte Maria
Ficção, 4 minutos
Livre adaptação do discurso final de Chaplin no filme O Grande Ditador de 1940, porque faz todo o sentido discursar...

Bruno Travassos