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Thursday, June 30, 2016

FLiP & CUSTODIO


Há coisas que são difíceis de explicar. A cumplicidade musical entre FLiP e Custódio é uma delas. Entre Ponta Delgada> Porto > Lisboa a amizade transformou-se, em muitos eventos, em perfeita fusão sonora.
Não há estilos pré-definidos! Corre-se do House ao Disco, viaja-se do Electro ao Bass, finaliza-se em Techno e volta-se a fazer tudo de novo, tantas vezes quanto a pista aguentar.
Tanta cumplicidade só traz um senão: Muitas vezes antecipam-se um ao outro e encontram-se com o mesmo disco nas mãos, para rodar n'ásseguir. Aí há Sangue na Pista... Mas sem ninguém ter tempo de parar de dançar.
Entrada Livre


Nepal, a vida criativa


É com grande prazer que convidamos V. Ex.a para a presença no lançamento da exposição fotográfica, "Nepal, a vida criativa", com fotografias do açoriano Carlos Brum Melo e textos da aveirense Ana Catarina Silva, no próximo dia 1 de julho (sexta-feira), pelas 22h00,
Pelas 23h30, terá lugar a actuação da nossa luxuosa e exótica banda ANONAque para além dos habitués contara com a participação de convidados espaciais .
A iniciativa insere-se na acção de angariação de fundos «Açores pelo Nepal», com vista a sensibilizar a população para os fenómenos sísmicos e recolher fundos para as vítimas dos terramotos do Nepal em 25 de abril e 12 de maio de 2015, através de uma parceria com a AMI. A exposição, após ter passado por Lisboa (Instituto Camões) e Aveiro (Antiga Capitania do Porto de Aveiro, com a presença do Dr. Fernando Nobre), encerrará a sua digressão a nível nacional e a acção solidária precisamente onde iniciou, em Ponta Delgada. 



Wednesday, June 08, 2016


Sinopse

“Podemos Controlar o que os Outros Pensam de Nós?” é um monólogo teatral que reflecte sobre a capacidade de nos aceitarmos enquanto seres humanos independentemente daquilo que pensamos ser ou de qualquer julgamento exterior. Ao mesmo tempo pretende exaltar o uso das palavras, a inocência do amor e da amizade, enaltecer a relevância da beleza e do seu papel no quotidiano, bem como exprimir a nossa necessidade de pacificação e de silêncio.
Este texto foi sendo escrito, reescrito, ao longo do tempo. A sua génese, bem como a sua elaboração, está associada a uma circunstância especial, sobretudo a uma tirada de um amigo que se interrogava sobre essa possibilidade de controle, esse exame permanente que faze
mos sobre o que os outros podem pensar sobre nós. A indagação activa e vigilância permanente das nossas acções e sobre o que fazemos, uma atenção constante ao que os outros podem ou não pensar. É neste nosso comportamento que encontramos motivo para inibições ou acções nem sempre consentâneas com as nossas reais intenções.
A partir daqui o texto tornou-se esclarecedor no sentido de criar um momento de introspecção, neste caso a celebração de um aniversário, aproveitando o momento para a consolidação de um registo dialógico virtual, possível de criar um uma reflexão intima e consciente sobre a existência e a passagem do tempo.”

Género:Monólogo | Duração aprox. 20’
Classificação Etária: M/12 (não ofensiva a menores)

Ficha Técnica
Texto de Fernando Nunes
Interpretação de João Malaquias
Apoio à criação: Galeria Editora Miolo